26 de Novembro de 2006: Trabalho de Maria Madalena Moreira Ribeiro, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul), orientada por Desidério Murcho. Documento...
2 de Novembro de 2006: Trabalho de Maria de Fátima Moutinho, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul), orientada por Desidério Murcho. Documento...
1 de Novembro de 2006: Trabalho de Clara Ferreira, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul), orientada por Desidério Murcho. Documento...
6 de Outubro de 2006: Trabalho de Francisco Costa, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul), orientada por Desidério Murcho. Documento...
5 de Outubro de 2006: Trabalho de Fátima Reis, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Matosinhos), orientada por Desidério Murcho. Documento...
15 de Agosto de 2006: Trabalho de Manuel José Loureiro de Matos, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Matosinhos), orientada por Desidério Murcho. Documento...
30 de Novembro de 2005: Este documento foi distribuído aos participantes dos Primeiros Encontros Regionais de Professores de Filosofia e contém esclarecimentos úteis sobre a articulação referida. Documento...
Outubro de 2005: Documento de apoio aos autores de manuais escolares de filosofia. Da autoria de Aires Almeida e Desidério Murcho. Documento...
Outubro de 2005: Trabalho de Faustino Vaz, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Espinho), orientada por Desidério Murcho. Documento...
Setembro de 2005: Trabalho de Artur Polónio, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos" (Centro de Formação de Espinho), orientada por Desidério Murcho. Documento...
23 de Abril de 2005: Ensinar filosofia é ensinar a filosofar. A redacção de pequenos ensaios ou dissertações é um instrumento fundamental do ensino de qualidade da filosofia, pois é sobretudo aí que os estudantes podem fazer da filosofia o "lugar crítico da razão". Este documento oferece orientações para professores e estudantes do ensino secundário no que respeita à redacção e avaliação de ensaios. Documento...
27 de Dezembro de 2004: Um dos principais obstáculos à qualidade do ensino e aprendizagem da filosofia é a escassez de material didacticamente adequado a esse objectivo. Embora o panorama seja muito melhor do que há quinze anos, as lacunas ainda são significativas porque pouco se publica e se traduz com a preocupação de servir alunos e professores de filosofia do secundário. Este documento apresenta um conjunto de livros importantes para o ensino e o estudo da filosofia no secundário. Documento...
Novembro de 2004: Artigo de Desidério Murcho, publicado na revista Côté Philo (Número 5, Novembro de 2004). Documento...
Agosto de 2004: Trabalho de António Aníbal Padrão, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos", orientada por Desidério Murcho na Escola Secundária Alberto Sampaio, Braga. Documento...
Agosto de 2004: Trabalho de José António Pereira, produzido no âmbito da acção de formação "Lógica e Filosofia nos Programas do 10.º e 11.º Anos", orientada por Desidério Murcho na Escola Secundária Alberto Sampaio, Braga. Documento...
16 de Maio de 2003: Conferência de António Paulo Costa, proferida na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, Portimão. (Note-se que este documento está parcialmente desactualizado face às Orientações publicadas pelo Ministério da Educação.) Texto da conferência...
A maior parte dos professores não usam regularmente a Internet para procurar informação sobre matérias relacionadas com o ensino da filosofia. Por isso, não têm conhecimento dos materiais e actividades que o CEF-SPF tem produzido e divulgado, e que lhes dizem respeito. Para colmatar este problema, o CEF-SPF produz um Boletim Informativo. Pedimos a todos os colegas que o divulguem nas suas escolas, nomeadamente em reunião de grupo, ou afixando-o em local adequado.
A Sociedade Portuguesa de Filosofia, através do CEF-SPF, solicitou hoje um esclarecimento à Chefe de Gabinete do Senhor Secretário de Estado da Educação, Dr.ª Rosário Mendes, sobre a suspensão das OLPF. Ler o documento...
Na notícia não assinada do PÚBLICO de 26/03/2006, intitulada "Há alunos do 11.º que sempre vão ter de fazer exame nacional de Filosofia", há incorrecções várias que o Centro para o Ensino da Filosofia, da Sociedade Portuguesa de Filosofia, vem por este meio esclarecer.
O Centro para o Ensino da Filosofia, da Sociedade Portuguesa de Filosofia (CEF-SPF), não pode deixar de denunciar o percurso errático da política educativa nos últimos meses, no que à disciplina de Filosofia concerne. Lançando a confusão entre professores, estudantes e encarregados de educação, com evidente prejuízo, não só para a credibilidade do próprio Ministério da Educação, mas, o que é mais grave, para o prestígio da disciplina e a estabilidade da actividade pedagógica — condição sine qua non do sucesso dos estudantes —, cria as condições que podem vir a pôr em causa o futuro da disciplina no ensino secundário.
Por despacho de 19 de Setembro, foram homologadas pelo Senhor Secretário de Estado da Educação, as Orientações para a Leccionação do Programa de Filosofia (OLPF) visando uma "harmonização nacional" que, sendo em si indispensável, se tornava premente pela perspectiva do exame nacional. Nessa mesma ocasião, as organizações que, na área da Filosofia, são interlocutoras do Ministério da Educação (APF e SPF), ambas implicadas na elaboração das orientações, tiveram oportunidade de expressar ao Senhor Secretário de Estado o seu empenhamento na viabilização do referido exame.
Em Novembro, o CEF-SPF tomou conhecimento, pela comunicação social, da intenção do Ministério da Educação de eliminar os exames de Português e Filosofia, tendo assinado com a APF um comunicado conjunto onde, para além de estranhar que não tivessem sido ouvidas sobre esta matéria, as duas organizações expunham os motivos da sua oposição a essa medida. Nem mesmo então a Secretaria de Estado entendeu dever ouvir-nos sobre a posição por nós assumida.
Em 19 de Dezembro de 2005, pressionados pelos pedidos de esclarecimento de um sem número de professores que nos contactaram, dando-nos conta da sua confusão, o CEF-SPF solicitou por e-mail à Secretaria de Estado o esclarecimento das dúvidas suscitadas pela anunciada abolição do exame de Filosofia. Em resposta a este e-mail, foi-nos remetida a informação transcrita, com base na qual, bem como na legislação em vigor à altura (ressalvando, embora, a possibilidade de virem a ser tomadas novas medidas legislativas), procurámos esclarecer os professores.
A intenção governativa de extinguir o exame de Filosofia veio a ser consagrada no Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, que altera o Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, que extinguiu igualmente a avaliação sumativa externa em todos os cursos secundários com excepção dos científico-humanísticos.
Finalmente, a Portaria n.º 259/2006, de 14 de Março, publicada oito dias depois da abertura do período de inscrição para exame, tornou claro que a prova de Filosofia não só deixou de ter carácter obrigatório e universal, como deixou de constituir um exame nacional do ensino secundário, tendo como único objectivo satisfazer as condições do ingresso no ensino superior — condições essas inalteráveis até 2008/2009. Assim, por não haver exame final nacional, os exames de equivalência à frequência são elaborados a nível de escola, ao contrário do que acontece nas disciplinas com exame final, em que este serve também de exame de equivalência.
Verifica-se, pois, que o primeiro ponto da informação prestada pela Secretaria de Estado se revela falso: o exame de filosofia, embora oferecido como prova de ingresso, perde o estatuto de exame nacional do ensino secundário. Em consequência, é igualmente falso o segundo ponto da informação: a prova de ingresso de Filosofia não pode servir como prova de exame de equivalência à frequência. Resta que, pelo menos até ao momento, o terceiro ponto da informação não sofreu alteração: as OLPF mantêm-se em vigor. Também se mantém em vigor o despacho que restringe aos conteúdos do 11.º ano a prova de ingresso de Filosofia.
Vemo-nos, assim, forçados a reformular os esclarecimentos anteriormente prestados, na esperança de que mais nenhuma alteração nos venha surpreender:
11 de Novembro de 2004: O CEF-SPF foi recebido em audiência pelo Secretário de Estado da Educação, Dr. Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio, tendo manifestado a sua preocupação relativamente aos exames nacionais de filosofia e às deficiências científicas e didácticas dos programas oficiais.
Novembro de 2004: O CEF-SPF pediu esclarecimentos à Directora do Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) relativos à publicação de informações orientadoras sobre os exames de Filosofia do 11.° ano. Tais esclarecimentos foram prontamente prestados. Documento...
Setembro de 2004: O CEF-SPF pediu uma audiência à nova ministra da educação para lhe dar a conhecer, entre outros assuntos, o problema grave levantado pelo novo exame nacional do 10.º–11.° ano. Documento...
Abril de 2004: O CEF-SPF enviou ao Ministro da Educação um ofício com as conclusões do Encontro de Caparide, no qual se discutiram os novos programas de filosofia do ensino secundário e o exame nacional. Documento...
O Departamento do Ensino Secundário do Ministério da Educação reconheceu recentemente a contribuição do CEF-SPF na Reforma Curricular. Documento...
Prova de exame nacional do 11.º ano (2006, 1.ª fase).
Prova de exame nacional do 11.º ano (2006, 2.ª fase).
Prova de exame nacional do 12.º ano (2006, 1.ª fase).
Prova de exame nacional do 12.º ano (2006, 2.ª fase).
A SPF recebeu a seguinte informação do Gabinete de Sua Excelência, o Secretário de Estado da Educação:
Em resposta às questões colocadas no e-mail enviado a 19 de Dezembro p.p., encarrega-me Sua Excelência o Secretário de Estado da Educação de informar V.ª Ex.ª que as alterações relativas à disciplina de Filosofia são as seguintes:
- O exame de Filosofia (10.º e 11.º anos) deixa de ser obrigatório para a aprovação na disciplina; todavia continua a ser oferecido como exame nacional em consonância com as Deliberações n.º736/2004 (II série), de 29 de Maio, e n.º487/2005, de 6 de Abril, da CNAES;
- Os alunos que não obtenham aprovação por frequência, na disciplina de Filosofia no 11.º ano, realizam exame, visto que o mesmo continua a ser oferecido como prova de ingresso.
No que respeita à leccionação da disciplina não há alterações à proposta homologada pelo Senhor Secretário de Estado da Educação, em Setembro.
Com os melhores cumprimentos,
A Chefe do Gabinete
Em conformidade com este esclarecimento:
Complementarmente, a SPF informa que:
9 de Novembro de 2005: O exame de filosofia de 2006 incidirá excepcionalmente apenas sobre o 11.º ano, conforme despacho do Secretário de Estado da Educação, divulgado no site da DGIDC.
23 de Setembro de 2005: Documento homologado em 19 de Setembro de 2005. Documento...
1 de Junho de 2005: O GAVE disponibilizou um documento orientador sobre a estrutura dos novos exames nacionais de filosofia do 10.°/11.° ano. Documento...
20 de Janeiro de 2005: O GAVE disponibilizou um documento orientador sobre os novos exames nacionais de filosofia do 10.°/11.° ano. Documento...
Este é um documento ímpar na produção pedagógica nacional no que respeita ao ensino da filosofia. Nele, os seus autores explicam de forma clara e directa como se avalia os estudantes na disciplina de filosofia de modo a que esta seja realmente uma actividade criativa e crítica. Explicando, entre outras noções, a importância da distinção entre filosofia e história da filosofia, e entre noções filosóficas de base, e posições filosóficas substanciais, é uma leitura obrigatória para todo o professor de filosofia informado. Este documento foi produzido pelo Centro para o Ensino da Filosofia (Sociedade Portuguesa de Filosofia), em resposta a uma encomenda do Ministério da Educação, sendo distribuido gratuitamente no sítio desta instituição. Autores: Aires Almeida e António Paulo Costa. Documento...
O objectivo deste documento é dar aos professores algumas informações importantes no que respeita à lógica e ao seu ensino. Não se trata de ensinar lógica, mas antes desfazer algumas das confusões que dificultam o seu ensino e apresentar algumas referências bibliográficas para que o professor possa complementar o seu estudo. Este documento foi produzido pelo Centro para o Ensino da Filosofia (Sociedade Portuguesa de Filosofia), em resposta a uma encomenda do Ministério da Educação, sendo distribuido gratuitamente no sítio desta instituição. Autores: Desidério Murcho e Júlio Sameiro. Documento...
12 de Dezembro de 2005: Respondendo à solicitação que lhe foi dirigida pelo Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, mediante o Ofício n.º 04911, de 11 de Novembro, e nos termos dos seus estatutos, a Sociedade Portuguesa de Filosofia emitiu um parecer sobre o Anteprojecto de Proposta de Lei sobre Manuais Escolares divulgado no site do Ministério da Educação. Documento....
8 de Dezembro de 2005: Na sequência do pedido do ministério da educação para emitir um parecer sobre a proposta de legislação que introduz um período de vigência de manuais escolar por seis anos, entre outras medidas, foi elaborado este estudo sobre as relações entre a dinâmica comercial dos manuais escolares e o interesse educativo. Documento...
7 de Dezembro de 2005: As direcções da Associação de Professores de Filosofia e da Sociedade Portuguesa de Filosofia emitiram conjuntamente um comunicado sobre a anunciada exclusão da disciplina de Filosofia do leque de disciplinas sujeitas a exame nacional no Ensino Secundário. O documento foi igualmente dado a conhecer à tutela e à Comunicação Social. Leia-o aqui.
Setembro de 2003: Há uma incoerência formal entre o novo programa oficial de Filosofia para o 10.°-11.° anos de Filosofia, explicitamente concebido pressupondo a inexistência de exames nacionais, e a introdução de exames de Filosofia no termo do 11.° ano, em 2006. Preocupado com este problema, o CEF-SPF alertou o Ministério da Educação pela segunda vez, em ofício enviado dia 16 de Setembro de 2003. Documento...
Julho de 2003: O Ministério da Educação colocou em discussão pública um conjunto de alterações ao Ensino Recorrente que afectam a disciplina de Filosofia. Respondendo às suas responsabilidades de parceiro educativo, o CEF enviou dia 31 de Julho de 2003 o parecer agora tornado público. Documento...
Junho de 2003: O Ministério da Educação (M.E.), através do site do Departamento do Ensino Secundário, sujeitou à discussão pública as linhas orientadoras da revisão curricular em curso, em que o CEF-SPF participou activamente. Entre o conjunto de medidas que alteram significativamente o Ensino Secundário, destaca-se uma alteração de fundo ao quadro do ensino da Filosofia: a introdução de um exame nacional de Filosofia no termo do 11.º ano de escolaridade. Documento...
Janeiro de 2003: Após leitura e análise do documento "Reforma do Ensino Secundário", que consubstancia as linhas orientadoras da revisão curricular, o CEF-SPF produziu este Parecer, que foi atempadamente enviado ao Ministério da Educação. Documento...
Janeiro de 2002: Parecer do CEF-SPF enviado ao Ministério da Educação em Janeiro de 2002, no âmbito da recolha de pareceres sobre este programa. O documento integra agora o volume Renovar o Ensino da Filosofia (cap. 13, "O Programa do 12.° ano"), depois de várias correcções e aditamentos. Parecer original...
Janeiro de 2001: Parecer do CEF enviado ao Ministério da Educação em Janeiro de 2001, contendo as alterações mínimas essenciais para o projecto ministerial de programa do 10.º/11.º anos. O programa acabou por ser homologado em 22 de Fevereiro desse ano, infelizmente sem ter integrado qualquer sugestão significativa do CEF-SPF. Documento...
Novembro de 2000: O estudo de programa-modelo apresentado pelo CEF-SPF mereceu da parte de muitos professores várias críticas, comentários e pedidos de esclarecimento, que nos chegaram entre Julho e Novembro de 2000. O documento com as respectivas respostas foi divulgado em Novembro de 2000 e integra agora o volume Renovar o Ensino da Filosofia (cap. 12, "Objecções e Respostas"). Documento original...
Outubro de 2000: Em Outubro de 2000, o CEF enviou ao Ministério um parecer complementar sobre o projecto de programa de Filosofia para o 10.°/11.° anos. Este parecer consiste num estudo pormenorizado de cada uma das Unidades do projecto de programa, e integra agora o volume Renovar o Ensino da Filosofia, depois de muitas correcções (capítulos 2-9). Originalmente, estes estudos foram publicados na Crítica. Parecer original...
Tanto a proposta oficial do Ministério da Educação como a contraproposta do CEF-SPF receberam vários pareceres institucionais. São esses pareceres que aqui se disponibilizam. Pareceres...
Tanto a proposta oficial do Ministério da Educação como a contraproposta do CEF-SPF receberam vários pareceres a título individual de vários professores do ensino superior e do ensino secundário. Pareceres...
Julho de 2000: Por considerar inaceitável o projecto de Programa para o 10.º/11.º anos apresentado pelo Ministério da Educação, o CEF-SPF produziu um estudo preliminar do que seria um programa de Filosofia condigno. Este estudo foi enviado ao Ministério dia 31 de Julho de 2000 e foi tornado público dia 6 de Agosto. Depois de muitas correcções, este estudo integra agora o volume Renovar o Ensino da Filosofia (cap. 11, "Programa-Modelo de Filosofia"). Contraproposta original...
Julho de 2000: Dia 31 de Julho de 2000, respondendo à solicitação do Ministério da Educação, o CEF enviou um parecer sobre o projecto de Programa de Filosofia do 10.º/11.º anos, que tornou público dia 6 de Agosto de 2000. Este parecer deu origem, depois de muitas correcções, ao cap. 1, "Análise Geral dos Programas", do livro Renovar o Ensino da Filosofia. Parecer original...